Súplica ao medo

 

Que se vá de minha alma,
E devolva o espaço que é meu,
Que permita a volta do belo,
E amanheça o que anoiteceu.
Medo que mora em meu peito,
Irás, e não serás saudade.
Sem ti, no meu dia perfeito,
Com o bem, tudo o mais é vontade,
Potência a que sou afeito,
Meu jeito de eternidade.

Milton Lavor

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